Programas da Smasan garantem alimentos saudáveis


foto Doralice Calazans

As feiras livres, famosas desde o século passado, apesar da concorrência com os sacolões e supermercados, resistem até hoje, com suas barracas montadas por toda a cidade. Na região Oeste, as feiras livres, mantidas pela Secretaria Municipal Adjunta de Segurança Alimentar e Nutricional (Smasan), fornecem à população produtos hortifrutigranjeiros, laticínios, carnes, peixes, doces e biscoitos.

Alguns feirantes, há mais de 50 anos no ramo, como Teresa Salatiel Tobias, de 82 anos, responsável por uma barraca no Gutierrez, e José Benedito de Menezes, que atua no Bairro Nova Suissa, comentaram que conseguiram criar a família comercializando legumes, frutas e verduras. Eles garantem que a mercadoria, além de durar mais tempo, tem muita qualidade.

A feirante Flávia da Cruz Teixeira, de 26 anos, dona de uma banca de verduras de folhas, conta que o cliente acaba virando amigo. “O pessoal tem confiança na gente porque conhece os produtos. Trabalho com sol e chuva, e o que eu gosto de fazer é isto aqui, ser feirante”. Outro feirante, Wesley César de Souza, de 37 anos, relata que, em média, 70 pessoas passam por dia em sua barraca de biscoitos, bolos e roscas, e a maioria dos seus produtos são caseiros. “A gente vem buscando melhorar cada vez mais, oferecendo mercadoria ao gosto do cliente. As pessoas encontram bom atendimento, bom preço e qualidade”, disse.

A aposentada Maria Angela Aleixo, de 72 anos, moradora do Bairro Gutierrez, não sabia da existência da feira até há pouco tempo. “Agora, toda terça-feira pela manhã é sagrado eu vir aqui. Já faz uns três meses que frequento e acho os produtos excelentes. Compro verdura e biscoito para a merenda do meu netinho”, disse. Já a profissional de relações públicas Fabíola Carvalho Mesquita de Barros, de 40 anos, acha que os moradores deveriam conhecer a feira, prestigiar e experimentar os produtos, que muitas vezes não são encontrados em supermercados. “Eu acho a feira livre importante, já que estimula o comércio local e promove uma confraternização entre as pessoas da comunidade. E hoje, nesta vida corrida que a gente vive, é um estímulo muito bacana para a convivência social”, disse.

Programas

Além das Feiras livres, outras ações da Smasan, como feiras de orgânicos, sacolões ABasteCer e Direto da Roça estimulam a produção e a comercialização de alimentos saudáveis. Confira abaixo os programas da Smasan na região Oeste.

Feiras de Orgânicos

A feira de Orgânicos funciona na Avenida Professor Mário Werneck, esquina com rua Marco Aurélio de Miranda, no bairro Buritis, toda sexta-feira, das 7h às 12h. Todos os participantes são fiscalizados e possuem um termo de certificação que aptos a comercializar no programa Smasan – Feiras de Orgânicos.

Na Feira de Orgânicos são oferecidos ao consumidor em torno de 40 itens, como folhosos, legumes, feijões, frutas da estação, temperos, mel e pimenta. Os preço são tabelados conforme as orientações da Gerência de Apoio à Produção e Comercialização de Alimentos (Gapco), que, através de uma pesquisa de mercado, regula os preços. Os produtos comercializados são naturais, sem defensivos e adubos químicos, fiscalizados pela PBH desde o plantio até o momento em que são expostos à venda e, para esse trabalho, a secretaria conta com técnicos agrônomos que dão assistência ao produtor.

Sacolão ABasteCer

Os sacolões ABasteCer também fazem parte dos programas da Smasan, e têm por objetivo atender a população de baixa renda, facilitando o acesso aos alimentos mais baratos. Dentre os vários produtos de hortifrutigranjeiros, o ABasteCer deve oferecer um mix de 20 itens ao preço máximo de noventa e nove centavos o quilo. Por isso, esses sacolões são conhecidos como ABC (Alimentos a Baixo Custo).
“Os produtos são bem distribuídos nas bancas e um ambiente limpo, faz a diferença, além do preço que é talvez um dos bons motivos de comprar aqui”, enfatizou Carlos Lúcio Mendes Froes, 53 anos, corretor de imóveis, morador do bairro Vista Alegre, que frequenta o ABC desde que se mudou para o bairro, há mais de 15 anos.

Direto da Roça

Para quem quer consumir alimentos folhosos fresquinhos, uma boa opção é consumir os produtos do programa Direto da Roça instalado em quatro bairros da região Oeste. O programa tem o objetivo de incentivar a venda direta de hortifrutigranjeiros, verduras folhosas, doces, compotas e biscoitos produzidos nas áreas rurais. Por meio de técnicas ecologicamente sustentáveis, são comercializados em barracas distribuídas em vários pontos da cidade.

As pessoas dão preferência aos produtos do Direto da Roça por saber a procedência dos alimentos, como explica o agricultor José Meireles Campos, 56 anos, que há 18 anos, faz parte do programa, no Bairro Betânia, comercializando produtos folhosos. Segundo ele, toda mercadoria é limpa, fiscalizada e monitorada pelos técnicos da Smasan.

Informações

Para mais informações sobre os programas da Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional, ligue 3277-4886, 3277-4779, ou acesse www.pbh.gov.br/segurancaalimentar

Funcionamento e endereço dos programas na região Oeste

Programa

Endereço

Dias e horário de funcionamento

Feira de Orgânicos

Av. Prof. Mário Werneck esquina com Rua Aurélio de Miranda, Bairro Buritis

Às sextas-feiras, das
7h às 12h

Feiras Livres

Av. André Cavalcanti esquina com Rua Marechal Hermes, Bairro Gutierrez

Toda terça-feira, das
7h às 13h

Rua Joaquim Nabuco entre as ruas Teodoro Abreu e Monte Branco, Bairro Nova Suissa

Toda quinta-feira, das
7h às 13h

Rua Oeste entre as ruas dos Andes e Calcedônia, no bairro Prado

Às quartas-feiras, das
7h às 13h

Sacolões ABasteCer

Rua Úrsula Paulino, 25, Bairro Betânia

De segunda a sábado, das 8h às 19h

Domingo, das 8h às 14h

Av. Padre José Maurício, 311, Bairro Nova Cintra

De segunda a sábado, das 8h às 19h

Domingo, das 8h às 14h

Programa Direto da Roça

Rua Úrsula Paulino, 25, Bairro Betânia

De quarta a domingo, das 7h às 15h

Av. Padre José Maurício, próximo ao número 311, Bairro Nova Cintra

De terça a domingo, das
7h às 14h

Rua Desembargador Barcelos, próximo ao número 1080, Bairro Nova Suissa

Quartas-feiras e sábado, das 7h às 14h

Av. Professor Mário Werneck, em frente ao número 1175, Bairro Buritis

Toda quarta-feira, das
7h às 14h%MCEPASTEBIN%

Rua Campos Salles, 370, Bairro Calafate

Toda quarta-feira, das
7h às 19h

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Árvores de BH viram tema para concurso fotográfico online


foto Suziane Fonseca

Para celebrar o Dia da Árvore, comemorado em 21 de setembro, a Prefeitura de Belo Horizonte lançou neste mês, em sua página oficial no Facebook (www.facebook.com/prefeiturabh), um concurso informal de fotografia para homenagear as árvores mais belas da cidade. A ideia é explorar o sentimento e o olhar do belo-horizontino, ou do visitante da capital, diante destes verdadeiros patrimônios que contribuem para a melhoria da qualidade de vida e compõem as paisagens urbanas. A imagem mais curtida pelos internautas será publicada na edição, do dia 24, do Diário Oficial do Município (DOM).

Para participar, basta publicar uma foto de qualquer árvore de Belo Horizonte no Facebook. As postagens devem ser feitas até às 18h de sexta-feira, dia 19, seguida da hashtag #DiadaArvoreBH (sem o acento gráfico). É importante lembrar que a publicação deve estar marcada como “postagem pública”, para que seja localizada. Se preferir, o participante pode enviar o material por meio de uma mensagem direta para o perfil da Prefeitura. As imagens serão reunidas em um álbum exclusivo do concurso e podem ser avaliadas até às 23h59 do domingo, dia 21. A foto mais curtida também irá estampar a capa do Facebook e do Twitter da PBH.

Ações da PBH

Atualmente, Belo Horizonte conta com cerca de 465 mil árvores e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) coordena diversos programas que zelam pelas áreas verdes da capital mineira. Uma das iniciativas de destaque é o programa BH Mais Verde, lançado em 2011, que prevê o plantio de 54 mil novas árvores em toda a cidade até o final deste ano. As espécies plantadas são oriundas da flora de BH e apropriadas para as áreas urbanas, como ipês, magnólias, quaresmeiras e licuris.

O Município conta ainda com o programa Adote o Verde, que estimula pessoas físicas e jurídicas a adotarem e cuidarem de áreas verdes, como canteiros e praças, em parceria com a Prefeitura. Outra iniciativa, em parceria com a Universidade Federal de Lavras (Ufla), é o inventário de cerca de 300 mil árvores, com conclusão prevista no mês de dezembro.

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Projeto de atendimento domiciliar garante atenção a pacientes idosos


foto Karen Moreira

O projeto Mais Vida em Casa tem mudado a rotina dos atendimentos nos centros de saúde da região Nordeste. Implantado nas 21 unidades de atenção primária, possibilita que idosos acamados sejam atendidos em suas próprias residências, com a assistência das Equipes de Saúde da Família (ESF) e profissionais do Centro Mais Vida, unidade dedicada à geriatria do Hospital das Clínicas.

A parceria firmada entre a Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMSA), e o Hospital das Clínicas prevê uma primeira visita da equipe multidisciplinar do Centro Mais Vida do Hospital das Clínicas. Durante a consulta são avaliadas as condições gerais do paciente e, a partir daí, é elaborado o Plano de Cuidados Individualizado (PCI), que contém todos os diagnósticos biopsicossociais do paciente e as indicações para o tratamento preventivo, curativo, paliativo ou de reabilitação, de acordo com cada caso.

Esse plano é executado junto ao idoso com o apoio das ESF. A supervisão é feita pelos profissionais do Mais Vida em Casa e as estratégias do tratamento podem ser reavalidadas e mudadas conforme avaliação dos profissionais. A parceria entre a SMSA e o Hospital das Clínicas busca ampliar o acesso à saúde dos idosos que estão em condições restritas.

Desde sua implantação, em 2011, mais de mil pacientes já foram atendidos. Os idosos recebem visitas domiciliares do médico geriatra da PBH, do agente comunitário de saúde (ACS) e da equipe multidisciplinar, formada por enfermeira, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudióloga, nutricionista, farmacêutica, psicóloga e assistente social da equipe do Centro Mais Vida do Hospital das Clínicas.

Para ser assistido pelo projeto, é necessário ter 60 anos ou mais, ter instabilidade clínica e limitação parcial ou total da locomoção, além da disponibilidade para acompanhamento médico. Os critérios de prioridade são a alta hospitalar recente ou do Programa de Atenção Domiciliar recente (SAD); repetidas internações; imobilidade recente (inferior a seis meses); presença de demência avançada com disfagia e uso de sonda nasoentérica ou gastrotomia.

Apoio familiar

A coordenadora do projeto, Flávia Lanna de Moraes, médica geriatra da PBH, ressalta a importância do apoio da família no tratamento. “As pessoas que convivem com o idoso precisam entender a proposta e aceitar aplicá-la na rotina do cuidado. Por isso, avaliamos o contexto familiar, aspectos psicológicos, sociais e o histórico de vida”, comentou.

Terezinha Ágda Salera, de 85 anos, mora com a família no bairro Concórdia, mas não tem condições de se deslocar até o centro de saúde. Sua nora, Nágela Salera, é quem auxilia nos cuidados do dia a dia. “Ela está muito debilitada, tem dificuldade de locomoção e também de memória, o que afeta também o seu humor. Minha expectativa é que, com o acompanhamento e com a medicação, ela melhore”, disse.

Djanira Amorim tem 90 anos e depende de cuidado integral. Segundo sua filha, Luciana, a mãe ainda é lúcida para muitas coisas, como por exemplo, pedir algo para comer, atender ligações e pedir para ir ao banheiro, mas ela espera que, com o tratamento, muitos aspectos da sua saúde possam melhorar. “Quero vê-la cada dia melhor. O tratamento tem ajudado bastante”, garante. A paciente realiza testes de memória e de percepção de tempo e espaço, quando é possível avaliar os avanços do tratamento.

Lúcia Augusta Lima, ACS do Centro de Saúde Alcides Lins, trabalha no projeto desde 2011 e, segundo ela, a rotina das visitas mudaram completamente. “O Mais Vida em Casa agregou valor ao nosso trabalho. Além do conhecimento que nós adquirimos, podemos ajudar mais ainda a melhorar a vida das pessoas”, disse.

Dos pacientes assistidos, cerca de 75% apresentavam alto grau de dependência em atividades diárias no inicio do tratamento, enquanto 52% tinham dependência completa. O projeto vem contribuindo com a diminuição dos encaminhamentos para internação hospitalares, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e consultas especializadas.

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Parque da Serra do Curral comemora dois anos com ampla programação

Um “belo horizonte” aos seus pés. Assim pode ser definido um dos pontos mais bonitos da capital mineira, o Parque da Serra do Curral (Avenida José do Patrocínio Pontes, 1.951, Mangabeiras). Inaugurado em setembro de 2012, o local completa dois anos encantando visitantes de várias regiões do país e do exterior. “O parque tem grande importância no cenário turístico e ambiental da capital. Sua paisagem é um incentivo à prática de atividades físicas e um convite à contemplação de pontos importantes, que destacam a beleza de nossa cidade”, explica Hugo Vilaça, presidente da Fundação de Parques Municipais (FPM).

Em comemoração, no domingo, dia 14, a partir das 9h, o local irá receber uma programação com sarau, exposição e biblioteca itinerante, entre outras atividades para todas as idades. Para começar bem a manhã, um convite ao desenvolvimento da flexibilidade, concentração e equilíbrio ao ar livre. Professores da Associação Mineira de Yoga (Amyoga) irão oferecer uma aula de yoga, aberta a todo o público, a partir das 9h. É necessário levar uma canga ou tapetinho para realização da atividade.

Na sequência, a partir das 10h, o universo de Carlos Drummond de Andrade é abordado em histórias, que prometem envolver e encantar o público com o narrador Célio Maciel. A banda da Guarda Municipal se apresenta a partir das 10h30, com um repertório diversificado, que agrega obras do erudito ao popular.

Durante todo o dia, o público poderá conferir a exposição itinerante “Vem Pro Parque”. Diferentes imagens apresentam a flora, fauna e biodiversidade dos parques municipais de Belo Horizonte. São mais de 70 áreas verdes administradas e mantidas pela FPM e distribuídas pelas nove regiões da cidade (leia mais na contracapa desta edição). Haverá, ainda, um convite à leitura sobre temas ambientais com a Ecoteca Itinerante. O projeto é do Centro de Extensão em Educação Ambiental, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e tem como proposta divulgar e promover uma exposição de parte do seu acervo. Os interessados também poderão obter informações para obtenção de consultas e empréstimos dos materiais.

Relações afetuosas

Para seus funcionários, o parque é mais do que um local de trabalho, é uma casa, na qual eles mantêm uma verdadeira relação de afeto. Marta Amélia, funcionária da empresa que realiza a manutenção do parque, está desde sua inauguração no local e o descreve como o marco geográfico mais representativo da região metropolitana. “O Parque da Serra do Curral foi uma grande conquista para Belo Horizonte. Ele apresenta inegável beleza cênica, com rica fauna e flora. Poder estar aqui e contribuir para a preservação e conservação deste lugar tão significativo, além de ser um grande prazer, é um aprendizado a cada dia. Aqui temos uma interação harmoniosa com a natureza e a população que frequenta o parque”, disse Marta.

Pedido de casamento

O Parque da Serra do Curral atrai por sua beleza natural e inspira boas histórias reais. Em maio deste ano, o local foi escolhido por um visitante, Gustavo Vilela, para um pedido de casamento um tanto quanto inusitado. Gustavo já frequentava o parque com a namorada, Kátia Anunciação, e tinham uma história com o local. Na data escolhida, ele reuniu amigos e parentes dos dois em um encontro emocionante. Cartazes, levantados pelos convidados, descreviam a letra de uma música criada para o casal. À medida que Kátia subia os mirantes, novas frases surgiam, até chegar aos seus pais, que seguravam uma faixa com o pedido oficial. A entrega da aliança contou, ainda, com o noivo ajoelhado e declaração emocionada, que contagiou todos os presentes. “Escolhi o Parque da Serra do Curral porque tem uma vista maravilhosa e me transmite muita tranquilidade, característica que reflete muito nosso relacionamento”, explica Gustavo.
A administração do parque “comprou a ideia” e ofereceu todo o apoio para realização do pedido. “Ficamos muito satisfeitos em receber esse tipo de pedido e incentivamos a comunidade a se apoderar dos espaços públicos. Quando a população procura os parques municipais para diferentes atividades, é porque eles estão bonitos, bem cuidados e com frequência ativa”, conta Homero Brasil, Diretor de Parques da área Sul.

Diversas opções

As áreas do parque incentivam a prática de esportes, contemplação dos recursos naturais e da cidade, com vista para pontos como a Avenida Afonso Pena, o Parque Municipal, o Jardim Botânico da UFMG, os estádios Mineirão e Independência e a Lagoa da Pampulha, além de municípios como Nova Lima, Contagem e Sabará. Pico do Itabirito, Serra da Piedade, Morro do Pires, Morro do Elefante e Parque Estadual da Serra do Rola Moça também podem ser observados. Ao todo, são 10 mirantes, além de praças de convivência.

Situado em uma região de transição entre a Mata Atlântica e o Cerrado, o parque conta com uma cobertura vegetal de campos rupestres, encontrados nas áreas rochosas da crista da serra. Já a Mata Atlântica é mais expressiva em áreas adjacentes como o Parque das Mangabeiras e a Mata do Jambreiro. A fauna é bastante diversificada e a avifauna é a mais representativa. Já foram identificadas mais de 125 espécies de aves, entre elas campainha-azul, águia-chilena, carrapateiro, coruja-da-igreja, chorozinho-de-chapéu-preto e choca-da-mata. Em janeiro de 2012, o falcão-cauré (Falco rufigularis), nunca antes registrado em Belo Horizonte, foi identificado no parque por um grupo de observadores de aves durante uma visita técnica.

A Serra do Curral

A Serra do Curral foi eleita pela população em 1997 como símbolo de Belo Horizonte e é parte integrante da história de Minas Gerais. No período de colonização do Estado, era a referência de localização para os viajantes.
Tombada pela Lei Orgânica do Município e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), ela é o marco geográfico mais representativo da região metropolitana de Belo Horizonte.

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